Festinha da empresa. Um estudo de caso!

Estava escutando o ótimo Fim de Expediente da CBN, apresentado pelo Dan Stulbach, com a participação do escritor José Godoy e do economista Luiz Gustavo Medina. Eles estavam comentando sobre festinhas da empresa, o que me lembrou a festa deste ano do trabalho. Horror!

Dia 19 agora será nossa “confraternização” e, assim como todo ano, vou participar por obrigação, aliás, este ano já tentei despistar, mas acho que não vai rolar. O Max Gehringer, também da CBN, leu a carta de uma mulher que estava em dúvida sobre a “obrigatoriedade” de participar destas festas corporativas (07/12), pois além de não gostar, poderia ter problemas com o novo marido.

Acreditem se quiser, Gehringer sugeriu que a mulher inventasse qualquer coisa e não fosse a festa, pois é muito melhor faltar a festa do que explicar os reais motivos que poderiam deixa-la em uma situação desconfortável no ambiente de trabalho. Ele até justificou dizendo que grande parte das pessoas que vão a festa da empresa estão lá por pura obrigação, para evitar de ficarem “marcadas”.

Ainda estou decidindo como vai ser este ano, se vou o não vou, mas pelo visto, este dilema é mais comum do que eu imaginava :)
Alguém mais tem problema com festinha da empresa?

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5 Responses to “Festinha da empresa. Um estudo de caso!”

  1. hehehehehe, festa de empresa é tudo uma falsidade. Apesar de trabalhar no setor público isso não é diferente. Metade daquele pessoal você não aguenta ver mais, e a outra metade é indiferente. Ou seja, não tem ninguém com quem você realmente queira festejar algo. Esse ano, pela primeira vez em 10 anos de serviço, já vou estar de férias quando acontecer a bendita festa. Estou pensando seriamente em não ir também.

  2. Eu não tenho problema algum com a festinha. Não vou e pronto. Me perguntaram e eu disse que não estava afim.

    Já trabalhei em empresas que eu gostava das confraternizações. Tinhamos nossas brigas internas, mas quando saiamos eramos todos amigos. Bons tempos que eu fazia o que gostava :(

  3. Eu conheci um cara que AMAVA festa de empresa. Na firma onde eu fiz estágio, todo mês o pai do patrão inventava de fazer “festinha da empresa”. Aí o velho pedia 10 reais de todo mundo, comprava uma pá de linguiça e um tiquinho de cerveja, e ficava com um SORRISÃO de orelha a orelha durante o churrasco, enquanto a gente ficava lá, literalmente comendo a linguiça do véio =P. O pior que depois ele usava essa grana pra jogar truco com os amigos.

  4. Realmente, às vezes essa história de festinha de empresa é mesmo uma obrigação. Só no lugar onde eu trabalho, esse mês, surgiram 3 churrascos de final de ano, todos com equipes maiores do que a minha, que tem só cinco pessoas, e com a maioria formada por desconhecidos, com quem você não tem contato todos os dias.

    Eu já inventei diversas desculpas (não sabia, ao fazer isso, que estava alinhado com a dica do Max, mas é bom saber disso!) para não ir a estas festas, e abomino justamente essa falsidade que sei que ocorre em muitos lugares: Gente que não te suporta (e que você também não suporta) se abraçando e confraternizando como se fossem amigos de infância… demagogia pura.

    O problema com relação à obrigação é que muito chefe pensa justamente desta maneira: Ou a pessoa vai, ou pode ficar marcada. Neste aspecto, pelo menos, tenho muita, muita sorte: Minha chefia direta nunca pensou desta maneira nos 10 anos em que estou trabalhando com eles… mas temo por quem não conta com chefes assim… é uma pena ter que comparecer a um evento na base do “ou vai, ou agüenta as conseqüências…”.

    Abração!

  5. Para certas coisas sou o verdadeiro anti-social e porque não dizer anti-semita! :D

    Estava querendo inventar esse troço no meu trabalho esse ano, quando o assunto surgiu, fui taxativo, NÃO PARTICIPO!
    Todos sabem que sou um pé no saco, nem discutiram, mas fui tão incisivo que até desanimaram de fazer :lol:

    Abração

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